O presidente do iDeclatra, Wilson Ramos Filho (Xixo), tomou posse, hoje (04), como conselheiro no Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS) da Presidência da República. O “Conselhão”, como é conhecido, foi retomado e objetiva debater agendas e temas de interesse dos mais diversos segmentos da sociedade. A cerimônia de relançamento ocorreu no Palácio Itamaraty com a participação do presidente Lula, do vice-presidente, Geraldo Alckmin, de ministros e dos 246 membros do colegiado a exemplo de representantes de movimentos sociais, de trabalhadores, empresários como do setor financeiro, agronegócio, fintechs. Os novos conselheiros serão responsáveis por debater e qualificar as políticas públicas sobre o tema, em assessoramento direto ao Presidente da República.
“Tenho muito orgulho de integrar esse esforço coletivo. Nada representa melhor a reconstrução nacional, depois da era das trevas do desgoverno anterior, do que a recriação do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, congregando os principais setores da sociedade brasileira, com uma composição plural, diversa, includente, com mais de 40% de mulheres, com 30% de negros e de povos tradicionais, com pessoas de todos os estados brasileiros. O Brasil voltou. O Conselhão voltou. A democracia voltou. Para sempre, voltou”, afirmou Xixo.
O ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, é o responsável pela coordenação. Ele explicou que o novo Conselho ganhou em seu nome o termo “Sustentável” para chamar a atenção sobre a potencialidade ambiental do Brasil no cenário de mudanças climáticas e desafios. Também destacou a importância do amplo diálogo e da pluralidade.
Com forte atuação durante 15 anos, o Conselhão foi extinto durante o governo de Bolsonaro. “Nada representa melhor o governo do fascismo cristão no Brasil do que a extinção de 30 conselhos em 2019, dentre eles, o Conselhão que, criado pelo ex-ministro Tarso Genro, desde 2003, propiciava o debate entre as classes sociais em um produtivo diálogo social. O fascismo da extrema-direita odeia muito, odeia sempre, odeia tudo e, principalmente, odeia a democracia”, concluiu Xixo.


