O ano de 2016 marcou mais um golpe à democracia brasileira, quando a presidenta Dilma Rousseff foi impedida de governar. Tal episódio foi profundamente analisado em seis obras, organizadas pelo Instituto Defesa da Classe Trabalhadora (iDeclatra) em parceria com o Projeto Editorial Praxis e o Instituto Joaquín Herrera Flores. A iniciativa contou com a colaboração de pesquisadores, professores de Direito, juristas e mais de 100 articulistas.
A primeira publicação “Enciclopédia do Golpe” visou o esclarecimento político do Golpe de 2016 e denunciou a “era das trevas que se instaurou no Brasil com o governo golpista de Michel Temer”. Em seu segundo volume, a enciclopédia se propôs a “contar o que aconteceu e apontar a responsabilidade de cada um dos verdadeiros protagonistas do golpe e os demais inimigos da democracia”. Seguindo os mesmos objetivos e de modo a analisar os impactos e a resistência, o iDeclatra e seus parceiros lançaram as obras “A classe trabalhadora e a resistência ao golpe de 2016”, “A resistência internacional ao golpe de 2016”, “A resistência ao golpe de 2016”, “O Golpe de 2016 e a reforma trabalhista: narrativas de resistência”.
Como conclui o presidente do iDeclatra, Wilson Ramos Filho, o Xixo, “os golpistas não terão tanta sorte. Sobreviverão para escutar, pelo resto de suas vidas, que são golpistas e serão responsabilizados pelos retrocessos sociais que não conseguirmos evitar. Entraram para a história como o toureiro de Teruel, da pior maneira possível”, em artigo publicado na obra “A classe trabalhadora e a resistência ao golpe de 2016”.


